quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Entre o cinza que apaga todo colorido
Vejo manifestações estranhas,
Imagens confusas de uma nova civilização...
Meu medo?
Ser mais um...

Metódico, frio, calculista, implacável
De um Ice Berg a evolução inegável
Instável, fruto nobre desta decadência
Maldade sem pudor, crua indecência
Almoça a inocência feito maquina
Deixando a paz atônita e a alegria estática
São tantas lagrimas que caem em desespero
E ele segue calmo descalço entre os cacos de vidro
Do que esse anjo é movido?
De caos, sofrimento, angustia,
Motivos...
Os mais diversos que resultam em maldade
Craque em destruição, mestre da falsidade
Covarde, pode se dizer que é um covarde
Nega sua condição, insulta sua verdade
Engole sonhos feito um redemoinho
Mastiga rosas mesmo com todos espinhos
Um brinde, um copo de vinho ao ser incógnito
De motivo lógico, sustentando o obvio
De caráter solido inteiramente sórdido
Mais um no mundo, mais um ser melancólico.

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